Subo ao monte da oração
prostro ali o meu coração.
Ele não tem nada, a não ser uma pergunta.
Subo devagar.
Não tenho pressa.
Não orarei quando lá chegar.
Oro durante o caminho que percorro.
Podes olhar pra mim, Senhor?
Minha oração não tem pressa, mas a resposta, sim.
Minha caminhada não tem pressa, mas ouvir a tua voz durante a caminhada, sim.
Foi Tu que não respondeu ou fui eu que não entendi?
Se foi eu quem não entendi, por favor, abra o meu entendimento para entender o que não entendo.
Se foi Tu que não respondeu, então me calo.
Me enfio pra dentro.
Cubro o meu rosto.
...espero o teu suave momento.
Jorgiano
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