É noite...
Ela cai todas as vezes que eu caio.
Tombos.
Senhor! Levanta-me ou como queiras, força-me a levantar.
É dia...
Ele nasce todas as vezes que me levanto e fico em pés.
Não é meu costume, Senhor.
Ficar em pés demanda cuidados.
Cuidas-me, Senhor!
Cuidas do meu cuidado para que eu, descuidado como sou, cuide.
As vezes fico entre o dia e a noite.
Bem no meio dos dois períodos.
Há lugar calmo no redomoinho, Senhor?
Estremeço.
Jorgiano
Era assim que minha mãe me chamava
